Multinacional de tecnologia corporativa (ERP) · nomes generalizados por confidencialidade
Num cenário saturado de conteúdo genérico, produzido em massa por inteligência artificial, existe uma pergunta que toda empresa deveria se fazer: quando o mercado busca resposta (numa barra de pesquisa, numa IA, numa roda de jornalistas), de quem é a voz que aparece primeiro?
O objetivo desta empresa era claro: deixar de ser uma resposta e passar a ser a fonte. Em 2025, ao lado de uma agência parceira de RP, ela mudou a forma como criava conteúdo, transformando dados brutos de estudos de mercado em narrativas proprietárias, dentro do mesmo "Laboratório de Inovação em RP" do caso de Comunicação Integrada.
Partindo de dados e análises setoriais, a empresa passou a operar um ciclo contínuo de inteligência: escutar, estruturar, validar, traduzir, distribuir, medir e recalibrar. Um único estudo de mercado se desdobrava em pautas exclusivas para a imprensa, encontros de relacionamento com jornalistas, episódios de podcast e conteúdo de alto valor para os canais próprios.
Essa inteligência chegou até a ponta comercial: o time de vendas deixou de oferecer produto e passou a entregar visão de mercado. É assim que o Data-Driven PR constrói autoridade e distribui o ativo mais valioso de todos: confiança.
O estudo oficial de mercado da empresa foi construído a partir de 31 fontes especializadas, cruzando a própria base de clientes com pesquisas de grandes consultorias, em duas edições:
A edição de Varejo revelou as 5 principais tendências do setor, com insights de líderes como uma grande rede de atacarejo e uma fabricante de eletrodomésticos: a automação deve movimentar US$ 33 bilhões até 2030, e a IA já gera 25% de ganho de produtividade no setor.
A edição de Logística mapeou um setor em transição. Hoje, 57% das empresas já priorizam IA, mas o estudo também trouxe o realismo do mercado: resistências estruturais como cultura organizacional, falta de talento e dúvidas sobre o ROI da automação. Para contrapor esses desafios com dados reais, o relatório apresentou o caso de uma rede de logística que revelou 40% de aumento de produtividade após adotar o sistema de gestão de armazéns da empresa, além de outros líderes de mercado: uma empresa líder em entregas rápidas, uma rede de armazéns gerais (com sua fundadora) e uma integradora de sistemas.
Mais do que conteúdo, o estudo funcionou como ferramenta de relacionamento: chegou às mãos de leads estratégicos, reduziu objeções comerciais em grandes eventos do setor, e seguiu municiando conversas com jornalistas e o mercado por mais de um ano.
No "Laboratório de Inovação em RP", falamos muito sobre o tripé da encontrabilidade: social media, earned media e as LLMs. Na era da inteligência artificial, relevância é isso: ser encontrado.
Os estudos de mercado se tornaram o pilar central desse tripé: alimentam o relacionamento com a mídia com dados inéditos, impulsionam o engajamento orgânico nas redes, e posicionam a empresa como fonte primária de autoridade. Hoje, ela já é citada por ferramentas de busca por IA, como ChatGPT e Gemini, quando o mercado é questionado sobre tendências do setor. Num ecossistema dominado por algoritmos e IAs, o Data-Driven PR garante que a resposta do mercado para as grandes perguntas do setor seja a voz da empresa.
4 estudos de mercado produzidos, ~US$ 11 mil investidos, ~US$ 2 milhões de pipeline influenciado.
Cobertura em veículos como Exame, IT Fórum, Mundo Logística, Consumidor Moderno, Mercado & Consumo e SuperVarejo.
Metodologia validada no Brasil, hoje em adaptação para outros países onde a empresa opera.
Esse resultado vem da minha capacidade de conectar reputação a resultado de negócio, não de uma fórmula isolada. Comece com uma primeira conversa.